quinta-feira, 31 de julho de 2008

Rodada d DOHA


Graças à China e a Índia fracassou a chamada rodada de DOHA. O governo brasileiro atribui o fracasso a proximidade das eleições destes países, incluindo a dos EUA. É bem verdade que nestes países os candidatos estão preocupados com a forma que podem utilizar para protegerem as suas indústrias, a agricultura, bem como os seus empregos. Não é de graça que a política antiimigração, nunca foi tão forte nos países ricos. Creio que o mesmo deveria ser objeto te preocupação do governo brasileiro, mas infelizmente não é. A chamada rodada de DOHA, não é nada mais nada menos que a ressurreição da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). O que estava em discussão era a quebra de barreiras, e a liberação do comércio entre os países participantes, ou seja, a liberdade deste senhor dos continentes chamado “Política de Mercado”. Trata-se de um modelo bem mais profundo do que estava em debate antes. Agora com outra roupagem a fim de ludibriar, de mascarar a informação e a consciência do povo Brasileiro. Sobretudo à classe trabalhadora que, diga-se de passagem, sempre pagou a conta no nosso país. É sabido por todos - o que estava em jogo na discussão beneficiava muito mais os países ricos do que os pobres. Não é de graça que a Argentina sentiu-se traída pelo Brasil. Lembrou-me aquele ditado que diz que “Deus não joga mais Fiscaliza”. Pois bem desta vez tivemos sorte, para azar de parcela de alguns brasileiros ligados ao agro-negócio e ao latifúndio, que só pensam no lucro a qualquer custo. Esses com certeza estão chorando bastante. E o trabalhador tem motivos fortes para comemorar, pois, com certeza, esse acordo não somaria nada de bom à vida de nossa classe. Muito pelo contrário serviria para aprofundar a miséria e a exploração da classe trabalhadora brasileira.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Tese ao IX Congresso da Alimentação rs


AGRO-COMBUSTÍVEIS, BIO-COMBUSTÍVEIS E SILVICULTURA X ALIMENTOS

O mundo passa por transformações constantes. O capital acaba sempre se reciclando através de manipulações e, ações de governos de plantão, que na sua essência são os seus legítimos representantes.

Hoje o gargalo maior desta instituição chamada capital, está em como manter uma das principais máscaras deste sistema, que com certeza é a matriz energética chamada transporte, que juntamente com a comunicação, formam as suas principais âncoras deste sistema.

No primeiro assistimos um modelo que dá sinais de curso final que é o aumento de produção de carros e caminhões e outros assemelhados. É tanta produção que as cidades não suportam mais, tamanha quantidade nas ruas das grandes metrópoles. Na há política de trânsito que de conta de tamanha demanda.

Quanto ao transporte de carga, não é diferente, as estradas que compõe malha rodoviária dão sinais de esgotamento sem falar na quantidade de acidentes provocados, que matam mais do que muitas guerras. Por outro lado as malhas ferroviárias e hidroviárias não recebem a devida importância que deveriam ter como alternativa de escoamento da produção, pois as grandes multinacionais não permitem que seus representantes se queiram pensar nestas opções. Para eles isso representaria menos fabricação dos modelos e de assessórios, como borracha estruturas metálicas, óleos lubrificantes, peças etc..., para sustentar esta cadeia produtiva transnacional.

Por outro lado é preciso pensar um como sustentar tudo isso. Falando em energia sabemos que o combustível fóssil, tem em suas reservas tempo contado, aliás, em essa matriz energética tem provocado tamanha disputa pelo seu controle, exemplo mais recente e a investida do império americano contra os países produtores, mais recentemente a guerra do Iraque, a tentativa de golpe na Venezuela, entre outros,

Já os grandes líderes mundiais sabem que também é preciso criar políticas alternativas para dar sustentação desse modelo, exemplo e o império americano de Bush, que vem estimulando fortemente no EUA, a política dos agro-combustíveis, como a produção de milho, para fins exclusivo de produzir etanol. , para sustentar um consumo cada vez maior, sem falar dos processos de trangenia utilizados em larga escala para fomentar e elevar a prdutividade destes produtos.

No Brasil o governo Lula, vem incentivando a política canavieira e a produção de soja, também com a mesma finalidade, a cada dia que passa ouve-se falar da instalação de uma nova indústria para produzir álcool e os chamados biocumbutíveis. Esta política está se expandindo pelo Brasil até mesmo no Rio Grande do Sul, não bastando à monocultura de soja, com mais de 80% já destinado para esse fim, existe a previsão de se plantar na região da produção 150 mil hectares de cana de açúcar com a mesma finalidade.

Por outro lado no RS, o governo de Yeda Crusius, tem como principal bandeira de desenvolvimento a destinação de terras agriculturáveis para a utilização da Silvicultura, o plantio de árvores exóticas tipo eucaliptos, pinos e acácia, com o único interesse de atender as indústrias papeleiras, entre elas as multinacionais Aracruz e Stora Enzo. Esta política, primeiro atende ao interesse das multinacionais de produzir os seu lixo aqui e lucrar cada vez mais, bem com se contrapor a agricultura familiar e por conseqüência a reforma agrária, pois as terras ocupadas com essa cultura são consideradas propriedades produtivas.

Estas políticas além de comprometerem o meio ambiente, secando mananciais, concorrendo com a flora natural evitando a polinização de diversos, principalmente a mata nativa, disputa frontalmente com a agricultura tradicional, que é a de produzir alimentos para satisfazer as necessidades básicas da população como a produção da carne, leite, trigo, feijão, milho, arroz, tomate e outras culturas de nossa cadeia produtiva. Na cadeia produtiva da carne os resultados já são notados como a retração da atividade frigorífica, ceifando o emprego de centenas de trabalhadores sem falar nos preços exorbitantes. deste produto

Há dados do DIEESE de São Paulo, que apontam que no Brasil no ano de 2007, houve uma redução de um milhão de cabeças de bois para o abate, sem falar na redução da cadeia leiteira, na produção de feijão, trigo, milho, arroz, soja, tomate, o resultado disso pode ser percebido nos supermercados com a alta do preço e a escassez dos produtos.

Propomos:
(a) O engajamento do nosso ramo nas políticas que se contrapõe a este modelo de desenvolvimento.
(b) A participação efetiva nos fóruns de debate sobre a silvicultura e as monoculturas que atende exclusivamente a programas de bio-combustíveis, e também as transnacionais dos eucaliptos e outros.
(c) A realização por parte da FTIARS, de seminários e debates regionais como forma de chamar atenção dos trabalhadores e da sociedade para o caos que se aproxima que é a falta de alimentos e por conseqüência o encarecimento dos mesmos.
(d) Não a conciliação com governos e atores da sociedade que defende esse tipo de desenvolvimento.

Federação dos Trabalhadores da Alimentação do Estado do Rio Grande do Sul

Darci Pires da Rocha
Secretaria Geral

quinta-feira, 10 de abril de 2008

ISTO É UM ABSURDO


O projeto aprovado pelo conselho da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) que estabelece o zoneamento no estado do Rio Grande do Sul, para a o plantio de arvores exóticas para fins de comercialização, projeto esse que retira as restrições antes impostas pelo primeiro zoneamento dos técnicos da Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEPAN), é uma vitória das multinacionais e do Governo Yeda, que pretende transformar o nosso estado em um pólo de desenvolvimento madeireiro, com finalidades para celulose. É sempre bom que se diga que este projeto tem apoio também do Governo Federal, e financiamentos de bancos públicos. Também é preciso que se diga que esta tramitando no Congresso Ncional, projetos de iniciativa do executivo para a redução da faixa de fronteiras, de 150 km, para 50 km, tudo isso para beneficiar o capital, e as multinacionais que estão interessadas neste tipo de cultura. Falei aqui algum tempo atrás do impacto que isso vai causar em nosso ramo (Alimentação), inclusive citando números, de área cultivada antes com alimentos. Pois na cadeia produtiva da carne já estamos amargando os primeiros resultados, só na semana passada na metade Sul do estado aproximadamente 400 trabalhadores perderam os seus empregos por falta de matéria prima, ou seja, por falta de bois para o abate. parece que a sociedade não se dá de conta do que esta acontecendo. Portanto se entrarmos no supermercado podemos constatar o preço da carne, do feijão do tomate, da farinha, do óleo de soja, entre outros produtos que já estão sendo afetado por essa política equivocada de desenvolvimento. Quem vai pagar essa conta..., certamente serão os mais pobres, pois são os que mais se utilizam destes tipos de alimentos. Até onde vai isso? Teremos alimentos no futuro? Vamos virar roedores e nos alimentarmos de casca de madeira? Não sei! São perguntas que não querem calar! Se você sabe, me diga.
Leia essa matéria publicada no dia de hoje em ZERO HORA:
Atualizada em 10/04/2008 às 08h58min
Uma guerra judicial marcou a reunião desta quarta-feira do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) que aprovou o zoneamento para o plantio de florestas. O texto que será publicado no Diário Oficial do Estado elimina restrições à atividade florestal constantes na proposta original. No início da tarde, depois de aberto o encontro do Consema, uma liminar, solicitada pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e concedida pela juíza Kétlin Casagrande, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, impediu o órgão de votar a proposta. A seguir, houve trocas de acusações e princípio de tumulto, e os conselheiros ligados a organizações não-governamentais reticentes ao plantio de árvores exóticas deixaram o local, acompanhados de manifestantes carregando faixas contra as florestas de eucaliptos. No início da noite, o governo do Estado virou o jogo e obteve, do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Arminio José Abreu Lima da Rosa, a cassação da liminar: uma vitória esperada pelos 19 conselheiros que permaneceram na reunião, estendendo-a por mais de seis horas até ganharem o direito de votar a proposta defendida. O Consema é formado por 29 conselheiros. Do local de votação se retirou quem era contrário ao novo zoneamento, como a Agapan. O epicentro da mais nova polêmica envolvendo o zoneamento foi a extinção dos percentuais máximos de área em que o plantio é permitido, constantes na proposta original, mas retirados do texto aprovado. Isso permitirá análise caso a caso por parte da Fepam para conceder ou não a autorização a projetos de florestamento, sem restrições prévias. Outra limitação retirada foi a que proibia o plantio em um raio de 1,5 mil de áreas rochosas. — O zoneamento deixou de ser restritivo para ser um instrumento que dará norte à atividade — defende Ivo Lessa, representante da Federação da Agricultura no Consema. Os ambientalistas, minoria no órgão, reclamam que a alteração aprovada permitirá excessos no plantio de espécies exóticas no Estado. — Essa proposta criou um zoneamento que não zoneia nada — critica Maria da Conceição Carrion, da ONG Núcleo Amigos da Terra.
ZERO HORAAtualizada em 10/04/2008 às 08h58min
Uma guerra judicial marcou a reunião desta quarta-feira do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) que aprovou o zoneamento para o plantio de florestas. O texto que será publicado no Diário Oficial do Estado elimina restrições à atividade florestal constantes na proposta original. No início da tarde, depois de aberto o encontro do Consema, uma liminar, solicitada pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e concedida pela juíza Kétlin Casagrande, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, impediu o órgão de votar a proposta. A seguir, houve trocas de acusações e princípio de tumulto, e os conselheiros ligados a organizações não-governamentais reticentes ao plantio de árvores exóticas deixaram o local, acompanhados de manifestantes carregando faixas contra as florestas de eucaliptos. No início da noite, o governo do Estado virou o jogo e obteve, do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Arminio José Abreu Lima da Rosa, a cassação da liminar: uma vitória esperada pelos 19 conselheiros que permaneceram na reunião, estendendo-a por mais de seis horas até ganharem o direito de votar a proposta defendida. O Consema é formado por 29 conselheiros. Do local de votação se retirou quem era contrário ao novo zoneamento, como a Agapan. O epicentro da mais nova polêmica envolvendo o zoneamento foi a extinção dos percentuais máximos de área em que o plantio é permitido, constantes na proposta original, mas retirados do texto aprovado. Isso permitirá análise caso a caso por parte da Fepam para conceder ou não a autorização a projetos de florestamento, sem restrições prévias. Outra limitação retirada foi a que proibia o plantio em um raio de 1,5 mil de áreas rochosas. — O zoneamento deixou de ser restritivo para ser um instrumento que dará norte à atividade — defende Ivo Lessa, representante da Federação da Agricultura no Consema. Os ambientalistas, minoria no órgão, reclamam que a alteração aprovada permitirá excessos no plantio de espécies exóticas no Estado. — Essa proposta criou um zoneamento que não zoneia nada — critica Maria da Conceição Carrion, da ONG Núcleo Amigos da Terra.
ZERO HORA

sexta-feira, 14 de março de 2008

Reconhecimento


O reconhecimento das centrais sindicais era uma antiga reivindicação dos trabalhadores no Brasil, é claro que havia divergências quanto ao papel que as centrais deveriam desenvolver, se integravam ou não a estrutura sindical, e também sobre a forma de sustentação das mesmas. Após 20 anos de nascimento o congresso nacional reconhece as mesmas destinando 10% da fatia do imposto sindical, que fica com o Ministério do trabalho. O projeto original que foi mandado á câmara dos deputados foi alterado pelo Senado da República, com acerto, graças à pressão exercida pelas confederações, que, a meu ver demonstraram ter muita força de organização, salvo a questão ideológica de cada seguimento ou ramo. O processo voltou à câmara de deputados e foi aprovado na última terça feira, restabelecendo a sustentabilidade dos sindicatos, e deixando claro o papel das centrais, que é de organização e de representação da política macro dos trabalhadores, junto ao poder executivo, os conselhos tripartites e outros fóruns similares. Na minha modesta opinião acho que, ficou bem assim, vamos ver na pratica o que acontece.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008


Olá, até que em fim, uma notícia alentadora. No segundo ano do segundo mandato do governo LULA, as centrais sindicais resolvem colocar nas ruas, bandeiras de luta, que, a meu ver deveriam estar pautada desde o primeiro dia do primeiro mandato do Governo LULA, que é a redução da Jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, e também a luta pela adoção da convenção 158, da OIT. A primeira, sem duvidas vai contribuir de forma efetiva para o aumento de nível de emprego no país, melhorando as condições sociais de milhares de brasileiros, no que tange a salários, meios de sobrevivências, dignidade e cidadania, alem de reduzir de forma definitiva o grande numero de acidentes de trabalho, e doenças profissionais relacionada ao trabalho. Sabemos todos nós que as extensas jornadas de trabalho, somado ao ritmo alucinante e velocidades da maquinas, tem levado ao numero absurdo de afastamentos, de trabalhadores e trabalhadoras dos locais de trabalho, que, contraem doenças ocupacionais, muitos deles sendo aposentado de forma precoce, engrossando assim as filas de previdência social. Não preciso dizer aqui que quem paga a conta somos todos nós. A segunda proíbe a demissão imotivada, permitindo assim que os trabalhadores tenha certa estabilidade no emprego e por conseqüência na sua vida social, ademais garante o cidadão a sua liberdade de expressão, podendo assim reclamar e exigir os seus direitos em pleno contrato de emprego, inclusive rejeitar, ou negar-se a cumprir atribuições que estão fora dos seus contratos de trabalho, para as quais não foram contratados, muitas destas que colocam o trabalhador em eminente perigo, inclusive riscos de vida. Agora é necessário que todos nós façamos a nossa parte, se integrando nesta luta, colocando nossa assinatura nos baixo assinados e também contribuindo para o convencimento de outras pessoas assinarem e coletar assinatura. Vamos lá lutar é preciso.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008


Companheiros, a notícia que esta liberado o consumo de milho transgênico no Brasil, preocupa e muito o nosso ramo, principalmente no que tange o setor de avicultura e suinocultura, pois o Rio Grande do Sul tem esses setores como carro-chefe da economia gaúcha, e que exportam 80% de toda a produção para o exterior, setores esses que representam juntos 4,5 % do PIB, no RS. Sabemos todos nós que os paises estrangeiros que são os nossos principais compradores tem sérias restrições em relação a produtos geneticamente modificados, como a nossa matéria prima, suínos e frangos, poderão ser alimentados com esses produtos é bem possível que tenhamos problemas no futuro não muito distante, pois já tivemos no passado restrições em outras áreas como a soja que era exportada pra china.


Abaixo, veja matérias veiculadas na imprensa esta semana


Notícias da agência CHASQUE

ONGs vão questionar liberação de milho transgênico
As organizações não-governamentais vão ingressar na Justiça contra a comercialização do milho transgênico no Brasil./ Na última semana, a desembargadora MARIA LÚCIA LUZ LEIRIA, do Tribunal Regional Federal da QUARTA Região, liberou a comercialização do grão geneticamente modificado no país./ A comercialização estava proibida desde Junho do ano passado, em função de uma liminar da Justiça Federal do Paraná./ Segundo o agrônomo da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, GABRIEL FERNANDES, a liberação vai ocasionar uma contaminação massiva./ Com isso, o consumidor pode ficar impedido de consumir alimentos livres de transgênicos.///

França tem dúvidas sobre milho da Monsanto
A autoridade provisória sobre transgênicos da França afirma que novas evidências científicas devem ser levadas em consideração sobre os impactos na fauna e na flora provocados pelo milho transgênico MON 810, da Monsanto./ As conclusões da comissão foram entregues ao Ministro da Ecologia, JEAN-LOUIS BORLOO./ A partir destes dados, o governo francês decidirá se irá implementar ou não uma cláusula de salvaguarda em Bruxelas./ A medida permite que países da União Européia rejeitem organismos transgênicos aprovados pelo bloco, mediante evidências científicas./ De acordo com o presidente da comissão provisória, JEAN-FRANÇOIS LE GRAND, as novas evidências científicas afirmam que o milho transgênico tem longa disseminação por dezenas ou até centenas de quilômetros, cria insetos resistentes e gera sérios impactos sobre flora e fauna, atingindo minhocas e microrganismos.///

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Ano Novo


Na semana que vem quero falar sobre perspectivas do movimento sindical para esse ano. Hoje, aproveito este espaço para desejar a todos que acessam este blog, um feliz Ano Novo, cheio de realizações, que as vitórias possam ser bem maiores, que a classe trabalhadora continue crescendo, participando e contribuindo para um mundo mais justo e igualitário, que tenha clareza na hora da escolha. Escolha sim... Pois neste ano estaremos elegendo nossos representantes nas Câmaras de Vereadores e nas Prefeituras, é importante elegermos pessoas de bem para nos representar, mas também é muito importante que esses representantes tenham afinidade com a nossa classe. Viva a classe trabalhadora do nosso Brasil.