segunda-feira, 2 de março de 2009
Efeitos da Crise x verdade
1º Manter e aumentar preço no mercado interno, essa atitude ficou clara com o anuncio de majoração dos preços ocorrido esta semana.
2º Tencionar o Governo, por mais dinheiro, de preferência com baixo custo.
3º Colocar a agenda da reforma trabalhista tão almejada pela elite brasileira, que consiste em fexibilização e retirada de direito dos trabalhadores.
E preciso que se diga que alguns dos seus intentos já foram alcançados, como uma ferramenta dada pelo governo Federal, chamada (drawbek), que desonera os insumos, necessários para produção, diga se de passagem que os produtos deste setor, destinado a exportação já contavam com a desoneração total, ou seja, imposto zero, ganharam mais essa que desonera também os insumos. Mas mesmo assim o setor mantém o corte na produção as demissões e férias coletivas.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Crise
NOTA DA CTB-RS
Flexibilização trabalhista não garante empregos
A atual crise econômica mundial acabou caindo no colo dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Em dezembro o Ministério do Trabalho registrou cerca de 600 mil demissões.
Segundo o jornal Estado de São Paulo, as demissões foram provocadas pela queda nas vendas e grandes estoques. O “Estadão” aponta, ainda, que a indústria brasileira pretende reduzir um terço o número de empregados até o próximo mês. Além das demissões, cerca de 150 mil trabalhadores estão em férias coletivas.
Numa tentativa de reaquecer a economia do país, o Governo brasileiro anunciou medidas para desonerar o setor automotivo e estimular o consumo, como a redução do Imposto de Renda para Pessoa Física. A equipe de Lula também busca medidas para acalorar o setor da construção civil, como a elevação do valor do financiamento habitacional com a utilização do FGTS e a redução de impostos para os materiais de construção.
Diante da crise e da retração dos postos de trabalho, Paulo Skaf, presidente da FIESP (Federação da Indústria do Estado de São Paulo), reuniu o Conselho Superior Estratégico e representantes da Cia. Vale do Rio Doce, Embraer, Votorantim, Gol, Gradiente, entre outros, para debater o tema.
A reunião produziu três propostas, sendo elas, a redução da jornada de trabalho e do salário dos trabalhadores em até 25%, redução da taxa de juros (13,75% para aproximadamente 8%) e diminuição da carga tributária. Segundo a Fiesp, em conjunto com outras federações patronais e a Força Sindical, tais medidas visam a garantia do emprego no país.
A CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil entende que a redução drástica da taxa de juros é uma medida importante e, por isso, apóia tal proposição. Entende ainda que é possível discutir-se a diminuição da carga tributária afim de dinamizar setores produtivos da economia brasileira.
Entretanto, a CTB se posiciona frontalmente contrária à redução salarial dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. 'É inaceitável que, mais uma vez, os trabalhadores brasileiros paguem a conta da crise, enquanto os grandes empresários ainda comemoram os recordes de venda, produção e lucros, como no caso da indústria de automóveis.
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - Rio Grande do Sul
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
2009
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Vitória
Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento / Chico Buarque
Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão e se fartar de pão
Decepar a cana
Recolher a garapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel, se lambuzar de mel
Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, propícia estação De fecundar o chão.
No próximo dia 18 de dezembro estará acontecendo à entrada triunfal dos trabalhadores do Movimento Sem Terra na fazenda SOUTHALL, no Município de São Gabriel, Rio Grande do Sul. Digo triunfal, pois a chegada é histórica, resultado de luta incessante destes companheiros. Com seus objetivos claros e tendo sempre como horizonte a conquista da terra, considero uma grande conquista dos movimentos sociais, que sempre estiveram lado a lado com esses companheiros.
E não poderia ser diferente. Todos nós, que fizemos parte desta luta, entendemos que a distribuição da terra, o incentivo a agricultura familiar é fundamental para que a sociedade avance, com justiça social. Acreditamos em desenvolvimento sustentável com justiça social e não no agronegócio que superexplora e concentra a riqueza nas mãos de poucos. A desapropriação desta fazenda significa um marco importante em uma região dominada pelo latifúndio e exploração que se perpetuaram ao longo dos anos. Estas terras, antes improdutíveis, irão para mão de camponeses, que vão produzir leite, feijão, arroz, carne, ovos, batata, mandioca, entre tantos outros alimentos que fazem parte da mesa dos gaúchos todos os dias.
E pensar que as madeireiras estavam na concorrência desta área para produzir eucaliptos e outras arvorem exóticas. Se isso ocorresse, a área deixaria de ser aproveitada para a produção de alimentos, para se transformar no futuro em um deserto verde, como ocorreu em outras regiões do país onde as papeleiras se instalaram e degradaram o meio ambiente. Penso que não é exagerado dizer que a vitoria não é só do MST, dos movimentos sociais, mas ela é sim uma vitória da sociedade gaúcha bem intencionada, que ama essa terra e que quer o melhor para os seus filhos.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
A crise
Vivemos uma das mais profundas crises econômicas mundiais, certamente depois de 29, esta é a maior a ser enfrentada por este sistema. Ouvimos e assistimos notícias de todos os continentes da preocupação dos governantes com essa crise, pacotes trilhonários de injeção de dinheiro do estado para garantir a liquideis e evitar a quebra de bancos públicos e privados. No mínimo nos causa estranheis é de se perguntar onde estão os liberais? Cadê o senhor dos senhores, o mercado que se auto regula, que irriga e dá conta da economia. Cadê os defensores do estado mínimo, por onde anda os defensores e apologistas do ALCA. Cadê os privativistas de plantão, pois no primeiro solavanco correm para se socorrer do estado. Certamente os estados terão que socorrer esses parasitas que vivem de especulação, mas como o sistema é constituído assim, não tem outro jeito, lá se vão às reservas cambiais feitas com o sacrifício do povo, para salvar essas chamadas instituições, o que nos resta é perguntar depois de saneadas e a salvo ficarão com quem? Certamente serão devolvidas para os mesmos continuarem a exploração do nosso povo
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Nosso Brasil
Enquanto aqui...
Esta semana estive viajando pela metade sul do nosso Rio Grande do Sul e, em pouco mais de 100 km, fui abordado duas vezes pelo Exército Brasileiro que está fazendo uma pesquisa sobre as nossas estradas, questionando o fluxo de veículos, quanto se paga de pedágio, qual o motivo da viagem, entre outros.
Acredito que a intenção do Governo Federal é fazer um levantamento do custo- benefício das estradas pedagiadas, bem como apurar a necessidade de duplicação. Diante das condições das mesmas não há necessidade de pesquisa, pois dá para perceber a olhos nus que estão péssimas, apesar do alto custo.
A meu ver o governo brasileiro deveria solicitar uma licença do governo argentino para fazer uma pesquisa também no país vizinho e comparar àquelas vias com as nossas. Acredito que isso daria ótimo resultado. Para começar, comparar as condições das pistas, preço do pedágio, preço dos combustíveis, entre outros.
Vamos examinar alguns números do país vizinho: Gasolina comum na Argentina o litro é 1,99 pesos (R$ 1,00); Gasolina Super o litro 2,30 pesos (R$ 1,15); Gasolina Frangio especial o litro 2,89 pesos (R$ 1,45). Sem falar que o combustível lá tem alta qualidade, é puro, sem mistura.
Só para lembrar que a nossa gloriosa Petrobras exporta gasolina pura para a Argentina a preços módicos de R$ 0,65 o litro, enquanto nós pagamos em média R$ 2,69 por essas “garapas mixurucas”. E os pedágios? Na Argentina, as estradas pedagiadas tem terceira pista em muito boas condições e custa para cada 300 km o montante de 3,40 pesos ou R$ 1,70. Para nós gaúchos, é lamentável percorrer a mesma distância ao preço de R$ 28,00.
Entendeu agora porque sugeri a comparação?
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Eleições
Será que não existem políticos sérios, bem intencionados e que realmente querem trabalhar por uma sociedade melhor, pessoas que acreditam na transformação desta sociedade, que almejam um mundo mais justo e igualitário para todos nós? Claro que sim. Mas é preciso ter mais cidadão de bem entrando na política, pois acredito que somente desta forma é que vamos transformar o que esta aí. Por outro lado é preciso que prestar a atenção, pesquisar o passado do candidato. O que e a quem ele defende. O cidadão deve ter consciência que o ato de votar é único e intransferível, delegar poderes para alguém cuidar dos interesses da população. Portanto nem pense em vender o seu voto. Valorize o importante ato de votar. Pergunto: - você contrataria alguém para cuidar dos seus interesses, alguém que você não conhece? Não procuraria saber sobre a sua idoneidade, da sua vida pregressa? Tenho a certeza que sim... Então vote consciente. Esta é a única forma de moralizar a política e transformar a sociedade!
